Quaresma: Jejum e oração


Práticas de Jejum

Todos podem fazer jejum. Sejam idosos ou estejam cansados ou doentes; sejam gestantes, mães que amamentam, jovens ou adultos. todos podem jejuar sem que isso lhe faça mal, mas, pelo contrário, lhes faça bem.



Muitas pessoas não jejuam porque não sabem fazê-lo. Imaginam que jejuar seja uma coisa muito difícil e dolorosa que elas não vão conseguir fazer.

Abordamos aqui o aspecto prático do jejum. Existem várias modalidades de jejum, trataremos, no entanto, somente de quatro tipos que poderão ser de grande proveito para você.

Jejum da Igreja

Assim é chamado o tipo de jejum prescrito para toda a Igreja e que, por isso, é extremamente simples, podendo ser feito por qualquer pessoa.

Alguém poderia pensar que esse seja um jejum relaxado ou que nem seja realmente jejum, porque ele é muito fácil. Mas não é bem assim.

Esse modo de jejuar vem da Tradição da Igreja e pode ser praticado por todos sem exceção, sendo esse o motivo porque é prescrito a toda a Igreja.

O básico desse tipo de jejum é que você tome o café da manhã normalmente e depois faça apenas uma refeição - almoçar ou jantar -, a depender dos seus hábitos, de sua saúde e de seu trabalho. A outra refeição, a que você não vai fazer, será substituída por um lanche simples, de acordo com as suas necessidades.

Dessa maneira, por exemplo, se você escolher o almoço para fazer a refeição completa, no jantar faça um lanche que lhe dê condições de passar o resto da noite sem fome.

O conceito de jejum não exige que você passe fome. Em suas aparições em Medjurgorje, a própria Nossa Senhora o repetiu várias vezes. Jejuar é refrear a nossa gula e disciplinar o nosso comer.

O importante, e aí está a essência do jejum, é a disciplina, e é você não comer nada além dessas três refeições. O que interessa é cortar de vez o hábito de "beliscar", de abrir a geladeira várias vezes ao dia para comer "uma coisinha". Evitar completamente, nesse dia, as balas, os doces, os chocolates e os biscoitos. Deixar de lado os refrigerantes, as bebidas e os cafezinhos.

Para quem é indisciplinado - e muitos de nós o somos -, isso é um jejum, e dos "bravos"! Nesse tipo de jejum, não se passa fome. Mas como "a gente" se disciplina; como refreia a gula! E é esta a finalidade do jejum.

Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de jejum, mesmo os doentes, porque água e remédios não quebram jejum. Se for necessário leite para tomar os remédios, o jejum não é quebrado, pois a disciplina fica mantida. Para o doente e para o idoso, disciplina mesmo talvez seja tomar os remédios e tomar corretamente.

Jejum a pão e água

Nesse segundo tipo de jejum, deve-se comer pão quando se tem fome e beber água quando se tem sede. Apenas isso e nada mais.
Não se trata de comer pão e beber água ao mesmo tempo. Pelo contrato: é preciso evitar isso. Nosso tipo de pão, quando comido com água, geralmente fermenta no estômago, provocando dor de cabeça.

É melhor ir comendo aos poucos durante todo o jejum. Você vai perceber que, nesse dia, o pão adquire um novo sabor. Também se deve beber água várias vezes no decorrer do dia. O organismo precisa de água. Por isso, tome água, mesmo que você não tenha sede.
O principal desse tipo de jejum é que você só coma pão e beba apenas água.

Jejum à base de líquidos

O terceiro tipo de jejum requer que você passe o dia sem comer nada, limitando-se a tomar líquidos. Ou seja, durante todo o seu dia de jejum, você se alimenta somente com líquidos. Essa é uma modalidade muito boa de jejum, que refreia a nossa gula e garante a nossa disciplina.

Tratando-se de líquidos, temos uma grande variedade de opções e de combinações possíveis; todas elas nos mantêm alimentados e bem dispostos sem a quebra do jejum.

É recomendável passar o dia tomando chá. Existem vários tipos de chá, podendo-se escolher. Desde que seja quente e com um pouco de açúcar ou mel, o chá alimenta e mantém o estômago aquecido, o que é muito bom. Quem não puder usar açúcar nem mel, pode usar adoçante ou tomar chá puro; fazendo assim estará se privando da glicose, que é alimentícia, mas conservará as vantagens do chá e do calor. Mas, se preferir, você poderá tomá-lo frio ou gelado, especialmente no verão. Laranjada, limonada e sucos de fruta também são indicados para esse dia. O mesmo acontece com os sucos de legumes, como cenoura e beterraba, e de verduras. Veja bem: tome suco, não vitamina. Combinando-se frutas, legumes e verduras, as possibilidades aumentam bastante.

Os vários sucos, adoçados ou não com açúcar, mel ou adoçante, são sempre alimentícios, deixando o corpo leve para a oração e para as outras atividades intelectuais ou físicas.

Outra boa opção para esse tipo de jejum é a água de coco, que é completa, jé tendo tudo para nos manter hidratados e alimentados. Especialmente para quem tem a sorte de viver nos lugares onde há coqueiros, um jejum a base de água de coco é excelente. Não existe melhor hidratante.

Qualquer pessoa, mas em especial os idosos e os doentes, pode fazer um jejum muito saudavél à base de caldos. Tal como os sucos, os caldos também apresentam um grande variedade.
Observe, no entanto, que estou me referindo a caldos, e não a sopas e canjas, embora se possa fazer caldo de frango e até de carne. O que importa é que o caldo é líquido e tem como vantagens ser nutritivo e quente, além de conter sal.

Especialmente em dias frios, os caldos são uma ótima maneira de fazer jejum, pois com eles temos garantida a ingestão das calorias necessárias às nossas atividades, espirituais em particular.

O Jejum completo

Nesse quarto tipo de jejum, não se come coisa alguma e só se bebe água. É recomendável que, antes de experimentar essa forma de jejum, você já tenha feito o jejum a pão e água e o jejum à base de líquidos, que podem servir de treino.

No jejum completo, é fundamental beber várias vezes ao dia. Não é bom fazer jejum a seco, isto é, sem tomar água, especialmente quando não se tem um bom treinamento.

Mas é possível fazer jejum sem ingerir mesmo água? Sim, como eu já disse, é possível. Porém só as pessoas bem experientes devem tentar fazê-lo.

É fundamental ter em mente que não estamos nos submetendo a um teste de resistência. Não precisamos provar nada a ninguém: nem a nós, nem ao Senhor. O objetivo do jejum é nos encontrar com Deus, favorecer a oração e nos disciplinar. Ele serve para nos abrir à Graça da contemplação, da intercessão a da Unção do Espírito Santo.

Como dissemos acima, nosso organismo precisa de água. Ele necessita estar bem hidratado para agir e reagir no campo espiritual. E como o nosso jejum se destina a combatentes que batalham por Deus na dimensão espiritual, tome água várias vezes ao dia quando praticar o jejum completo.

Quanto a hora de terminar o jejum, principalmente o jejum completo, Nossa Senhora de Medjugorje fala em encerrá-lo às quatro da tarde. Você pode terminá-lo às cinco, às seis ou às oito horas da noite. O importante é ser comedido e agir com sabedoria. Nossa intenção não é bancar os heróis.

Repito: não temos de provar nada a ninguém, nem a nós e nem mesmo ao Senhor.

Observações Finais

Um erro muito comum que as pessoas cometem consiste em fazer um dia de jejum sem tomar café da manhã. Agindo assim, elas na verdade começam a jejuar a partir da última refeição que fizeram, na véspera, e não pela manhã.

Essas pessoas mal-informadas acabam ficando com dor de cabeça, que em geral; começa bem cedo. Ora, dor de cabeça não é o objetivo do jejum. Além disso, trata-se de uma coisa que deixa a pessoa indisposta o resto do dia, que a torna irritadiça e sempre pronta a perder a paciência. E isso é totalmente oposto ao que se espera conseguir jejuando.

É bom que você tome tranqüilamente seu café da manhã, como se faz todos os dias, e, a partir daí, inicie o jejum. Agindo dessa maneira, você fica livre dos ácidos do estômago, da dor de cabeça, da irritabilidade e da indisposição. E isso custa muito pouco: basta tomar café da manhã como nos outros dias.

Se você não quer mesmo comer nada, ou é daqueles que não fazem uma refeição pela manhã, ao menos beba alguma coisa, de preferência quente. Isso vai fazer bem ao seu aparelho digestivo, preparando-o para o dia de jejum.

O jejum é uma riqueza que precisamos reconquistar. É uma forte expressão da comunidade que decidiu fazer uma conversão, começar uma vida nova.

Você provavelmente é uma das muitas pessoas que não conheciam o que acabei de apresentar e que por esse motivo não jejuava. Agora, com uma nova compreensão do jejum, comece a praticá-lo, pois isso seguramente trará benefícios a você e ao Corpo de Cristo.

Deus abençoe o seu jejum!

Esse texto foi retirado do livro "Práticas de Jejum" escrito pelo Pe. Jonas

Quaresma: Tempo de Penitência e Reconciliação


No início de cada celebração eucarística, dizemos todos juntos: “Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis, por mim a Deus, nosso Senhor.”

Rezamos assim porque sabemos que somos humanos. Podemos fazer e pensar o mal. Podemos tonar-nos culpados diante de Deus, dos nossos irmãos, das criaturas que nos são confiadas. Rezamos assim, colocando a nossa confiança no Senhor Jesus Cristo, que diz de Si mesmo: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Mt 9,13). Ele começa o seu ministério público pelo mandamento: “Arrependei-vos, pois o Reino dos Céus está próximo” (Mt 4,17). Aos que se escandalizam por Ele andar com pecadores, responde: “Há mais alegria no céu por um só pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” (Lc 15,7).

Nestas parábolas, Jesus fala de Deus que ama os homens como um pai ou uma mãe ama o filho ou a filha. O seu amor não se cansa. Mantém-se mesmo quando as pessoas seguem outro caminho, desprezando as palavras e os mandamentos divinos.

Jesus fala do Pai. Exorta o povo - cada um em particular - a converter-se e a voltar ao Pai, que é lento na cólera e pronto para o perdão. Investido de pleno poder pelo Pai, Jesus oferece aos pecadores reconciliação e perdão: uma nova vida. A sua Igreja, comunidade de irmãos e irmãs de Jesus, é o lugar onde o filho pródigo e a filha perdida, experimentam - quando se arrependem - os braços estendidos do Pai e a Sua alegria de ter reencontrado um irmão ou um filho, uma irmã ou uma filha.

É nesta missão da Igreja que o evangelista São João pensa quando conta que Jesus está entre os apóstolos na tarde de Páscoa, sopra sobre eles o Espírito Santo, e dá-lhes o poder de perdoar os pecados. Também São Mateus pensa neste ministério de reconciliação quando testemunha o que Jesus promete a São Pedro, a pedra fundamental da sua Igreja: “O que ligares na terra ficará ligado nos céus, e o que desligares na terra ficará desligado nos céus” (Mt 16,19).

A remissão dos pecados, que proclamamos no Credo, é possível a cada um de nós, de modo concreto no sacramento da penitência. Cada batizado pode receber o sacramento da reconciliação por meio dum sacerdote que obteve da Igreja a autoridade para o fazer. Quem, depois do Batismo, cometeu uma falta grave, deve reconciliar-se com Deus e com a assembleia dos fiéis, antes de poder comungar. Exige-se do pecador que ele reconheça a sua falta tendo a firme resolução de mudar de vida; confesse a sua falta estando disposto a reparar, na medida do possível, a injustiça cometida, e a aceitar a penitência que lhe é imposta pelo confessor.

Em caso de necessidade grave, quando a confissão pessoal dos pecados não é possível, o sacerdote pode dar a um grupo, o perdão e a reconciliação: trata-se da “absolvição geral”. Mas cada um está obrigado a fazer, posteriormente e logo que possível, a confissão individual das suas culpas.

Arrependimento: Significa afastar-se do mal e dispor-se decididamente a um novo começo. Quando falamos do sacramento da Penitência, insistimos em que o pecador tem a firme vontade de reparar a sua culpa. Falamos de confissão quando se trata da confissão individual dos pecados; costumamos dizer também sacramento da Reconciliação.

Perdão: “A confissão individual e integral dos pecados graves, seguida da absolvição, continua a ser o único meio ordinário para a reconciliação com Deus e com a Igreja” (Catecismo da Igreja Católica 1497).

Pecado: “Os pecados devem ser julgados segundo a sua gravidade. Já perceptível na Escritura, a distinção entre pecado mortal e pecado venial, impôs-se na tradição da Igreja. A experiência dos homens corrobora-a” (Catecismo da Igreja Católica 1854). “Para que um pecado seja mortal, requerem-se, em simultâneo, três condições: ‘É pecado mortal o que tem por objeto uma matéria grave, é cometido com plena consciência e de propósito deliberado’ (Reconciliatio et poenitentia 17)” (Catecismo da Igreja Católica 1857).

“Comete-se um pecado venial quando, em matéria leve, não se observa a medida prescrita pela lei moral ou quando, em matéria grave, se desobedece à lei moral, mas sem pleno conhecimento ou sem total consentimento” (Catecismo da Igreja Católica 1862).


LEMBRE-SE:

1- Todo católico deve se confessar pelo menos uma vez por ano, especialmente em preparação para a Páscoa.

2- Confessar-se é apenas contar os pecados ao padre sem mais delongas, a confissão é diferente da direção espiritual. Não se pode usar do momento de confissão para se fazer uma direção espiritual quando outros estão esperando para ser atendidos.

- Faça um bom exame de consciência antes de se apresentar ao padre, expresse a Deus o seu arrependimento e o desejo/propósito de mudança (peça a Deus esta graça e diga a Ele como você vai colaborar) - Reze um ato de contrição.

- Fale há quanto tempo foi a sua última confissão,

- Diga os seus pecados com sinceridade e clareza, comece pelos mais graves. (somente os seus, deixe que cada um conte os pecados dele)

- Escute com atenção o que o Padre diz e cumpra o quanto antes a penitência que ele lhe sugerir.

Semana Bíblica - 2010

Em sintonia com a Igreja no Brasil e mais particularmente com a nossa Diocese, aconteceu em nossa Paróquia nos dias 13, 14 e 16 de Setembro a Semana de Estudos Bíblicos. Neste ano a Igreja nos propôs o estudo e reflexão do Livro do Profeta Jonas, com o tema: “Jonas: Conversão e Missão” nos leva a olhar para a prática missionária de nossas comunidades, e o lema: “Levante-se e vá à grande cidade” (Jn 1,1) quer nos impulsionar ainda mais rumo às pessoas e lugares sedentos de Deus e carentes de nossa presença missionária.


O estudo Bíblico nos proporcionou momentos de oração, reflexão e grandes descobertas, ou seja, ensinamentos. O livro de Jonas é uma parábola que junta sabedoria e profecia. Ele quer passar para nós o ensinamento de que a justiça divina é diferente da justiça humana e que a misericórdia de Deus é sem limites. A mensagem do livro de Jonas faz uma crítica à religião vazia, fechada em si mesma e desligada da realidade da vida. É também uma crítica a quem se fecha ao perdão. É um alerta e um incentivo a aprender a ver as pessoas que não são do nosso grupo com um olhar mais humano e acolhedor. Quer nos ajudar a fazer nascer dentro de cada um a misericórdia divina, a misericórdia de um Deus que ama a todos universalmente.

No cap. 1, 1-3 Jonas recebe a missão de pregar em Nínive, mas embarca para Társis, foge do seu compromisso, tomas exatamente o caminho contrário, tentando fugir da presença de Deus e de sua missão profética.

É uma missão desconcertante para Jonas, pois Nínive e uma cidade pagã, inimiga do seu povo e famosa pela maldade e violência; em sua fé o povo judeu acreditava que o amor de Deus passava pelo ódio aos inimigos e as nações pagãs.

A atitude de Jonas de fugir nos questiona: não tem sido esta atitude do profeta a mentalidade de muitos de nós leigos e leigas, cristãos de hoje? Como outrora, precisamos nos conscientizar de que o campo específico de atuação do leigo é o mundo, principalmente onde estão os que mais sofrem na sociedade, aonde a fraternidade e a dignidade humana se encontram ameaçadas de alguma forma. Somos chamados a ser discípulos missionários vivendo nossa missão que nos conduz ao coração do mundo, encarando os grandes problemas econômicos, os desafios da atual conjuntura sócio-político.

A história do livro de Jonas apresenta um grande ensinamento: Deus tem a última palavra. Deus é amor e misericórdia. Está sempre disposto a mudar se o homem estiver disposto a mudar. Deus sempre nos oferece sua graça e o seu amor, se faz presente em nossa vida e na história.

O livro de Jonas termina com uma pergunta de Deus para Jonas: “Se você está com dó de uma mamoneira, que não lhe custou trabalho, que não foi você que fez crescer, que brotou numa noite e na outra morreu? E eu, será que não vou ter pena de uma grande cidade?” (4,10-11). Esta pergunta de Deus a Jonas é também dirigida a cada um de nós: Quantas vezes colocamos o cuidado com as nossas coisas acima do cuidado com as pessoas que estão ao nosso lado? Como está a nossa prática do mandamento que nos prescreve: “Amar a Deus sobre todas as coisas?”


Esperamos que o estudo e reflexão da Bíblia continue a nos sustentar na fé e caminhada.
Ivonete de Castro Moura


Objetivos da Campanha da Fraternidade 2010


Objetivo geral:
“Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.
Este objetivo exige que haja justiça social, consciência ambiental, sustentabilidade, empenho na superação da miséria e da fome e, de um modo geral, que se considere com atenção especial a dignidade da pessoa e o respeito aos direitos humanos.

Objetivos específicos:
• Sensibilizar a sociedade sobre a importância de valorizar todas as pessoas que a constituem;
• Buscar a superação do consumismo, que faz com que o “ter” seja mais importante do que as pessoas;
• Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais;
• Mostrar a relação entre fé e vida, a partir da prática da justiça, como dimensão constitutiva do anúncio do Evangelho;
• Reconhecer as responsabilidades individuais diante dos problemas decorrentes da vida econômica, em vista da própria conversão.

Um ideal de justiça econômica que sirva e sustente a vida só poderá tornar-se realidade pela ampliação do exercício da democracia e se forem estabelecidas também metas para se atingir a plena sustentabilidade. Para se atingir os objetivos da CFE 2010, são adotadas as seguintes estratégias:
• Denunciar a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar o lucro, sem se importar com a desigualdade, miséria, fome e morte.
• Educar para a prática de uma economia de solidariedade, de cuidado com a criação e valorização da vida como o bem mais precioso.
• Conclamar as Igrejas as religiões e toda a sociedade para ações sociais e políticas que levem à implantação de um modelo econômico de solidariedade e justiça para todas as pessoas.
Esses objetivos e estratégias devem ser trabalhados em quatro níveis: social, eclesial, comunitário, pessoal. Desejamos a preservação da grande casa comum, o planeta Terra, planeta da vida e morada da família humana, em vista da sua sustentabilidade. Buscamos mudanças na economia, na administração dessa casa comum em fraterna cooperação entre toda a sociedade: cristãos e cristãs, seguidores de diferentes religiões e pessoas de boa vontade.

Fonte: CONIC - Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil. Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010.

1° Luau do Grupo de Jovens Arrarai

Música, dança, comidas leves e muita alegria, esse foi o clima do I Luau do Grupo de Jovens Arrarai, que aconteceu no dia 21 de novembro, no pátio da paróquia. O luau teve como convidados especiais os jovens da Crisma e Família Jovem. Durante a noite eles curtiram o show da Banda Sacrifícius, do bairro São Cristóvão, que vieram voluntariamente animar a festa. E nos intervalos do show, vários de nossos jovens deram uma “canja” no palco mostrando que na comunidade existem ainda vários talentos a serem descobertos. Além de diversão, o luau teve seu lado solidário, cada jovem levou 1Kg de alimento não perecível, que foi entregue aos Vicentinos.

O Grupo de Jovens agradece a todas as pessoas que colaboraram para a realização deste Luau. Indiretamente vocês contribuíram para a evangelização da nossa juventude. Que Deus os abençoe!
São Francisco de Assis


“Começe fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”



Programação da Novena e da Festa de Nossa Senhora Aparecida

De 3 a 12 de outubro

“Venham participar você e a sua família e celebrar com ação de graças, louvor e adoração ao Deus da vida que se encarnou no seio da Virgem Maria.”


“Pelas mãos da Nossa Senhora Aparecida encontramos Jesus”





DIA 03 – Sábado - Início da novena com a missa presidida pelo Pe. Paulo -
– Benção de velas –
Coleta para o GAPON.
Resp. Equipe de Liturgia








DIA 04 – Domingo –

Celebração com as crianças às 9h.
- Missa presidida pelo Pe. Ranieri
– Benção dos casais e da Família.
– Coleta para a Toca de Assis.
Resp. Pastoral Familiar e Grupo de casais

DIA05 –Segunda –
- Missa presidida pelo Dom Emanuel.
– Benção dos Doentes agentes da Saúde (médicos, enfermeiros, pessoas que cuidam dos doentes) e de medicamentos usados por eles.
- Coleta para o Lar dos Velinhos.
Resp. Pastoral da Saúde

DIA 06 – Terça –
Missa presidida pelo Pe. Juca.
–Bênção dos catequistas e catequizandos/ crianças e adolescentes – Coleta para o Fundo diocesano de Catequese.
Resp. Catequistas

DIA – 07 – Quarta – Missa presidida pelo Pe. Elton Alves (Paróquia do Trevo)
– Bênção de terços, escapulários, imagens e outros objetos de piedade.
- Coleta para a Casa de Recuperação Dona Zulmira.
Resp. Equipe de Liturgia

DIA 08 - Quinta -
Dia do Nascituro
Missa presidida pelo Pe. Dionísio - - Bênção das Gestantes e de todas as Mães - Coleta para o Abrigo Esperança.
Resp. Equipe e Apostolado da Oração

DIA 09 – Sexta -
- Missa presidida pelo Pe. Flávio, – Bênção dos Jovens e do Sal.
– Coleta para a Cidade dos Meninos.
Resp. Grupo de Jovens Arrarai e Jovens Crismados

DIA 10 – Sábado –
- Missa presidida pelo Pe. Enivaldo (Paróquia Nossa Senhora das Graças),
- Coleta para Associação Santa Luzia.
- Benção Idosos e do Óleo
Resp. Pastoral do Dízimo

Dia 11 – Domingo – Missa com as crianças às 9h.

Às 19:30 – Missa com a novena presidida pelo Pe. Paulo
- Benção da água e dos lares – Coleta para a casa da Menina Santa Bernadete.
Resp. Equipe de Liturgia

DIA 12 – Segunda –
FESTA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
– Ás 06h - Abertura da igreja para visitação e recitação dos Mistérios Gozosos do Rosário.

– Às 09h Missa presidida pelo Dom Werner.
Resp. Vicentinos.

- Às 10:30 Concentração e Bênção dos Carros/motos e seus condutores e passageiros

- Às 11h Carreata com a imagem de Nossa Senhora Aparecida subindo pela Avenida Paranaíba em direção ao centro subindo a

AV. Minas Gerais, contornando a Praça Serra Lima e retornando pela Rua Peçanha para a Ilha.

17h30 - Procissão com a Imagem de Nossa Senhora Aparecida com a participação do Pe. Anderson e dos Seminaristas do seminário N. Sra. Auxiliadora, passando pela Rua Vinte e Dois e Avenida Jequitinhonha - Rua Vinte e Quatro, retornando para a igreja, (Trazer vela com proteção).

- Às 18:30 haverá a Missa de encerramento presidida pelo Pároco Pe. Paulo e concelebrada pelo Pe. Anderson e o Diácono Carmélio.

- Coroação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

-Às 20:30Ação Solidária em favor da ADQF –(Associação de acolhimento aos Dependentes Químicos e Familiares concorrendo a 4 prêmios: Uma TV, Um Notebook, Uma bicicleta e uma Moto .

Missa todos os dias às 19h30 e após as Missas Barraquinhas. Participe!


NOSSA SENHORA APARECIDA, ROGAI POR NÓS E PELO POVO BRASILEIRO!

Quaresma, um convite especial

Entramos na Quaresma, ouvindo um convite especial do Senhor: “Convertei-vos! O Reino de Deus está no meio de vós”.
Convite feito na Quarta-feira de Cinzas para a festa da Vigília Pas­cal, no Sábado Santo, na celebração solene e bela da Páscoa, memória da nossa fé, centro do ano litúrgico e da história da humanidade.


Jesus ressuscitou “no primeiro dia da semana” (Mt 28,1). As primei­ras comunidades começaram a reunir-se todas as semanas para festejar a vitória de Jesus sobre a morte, no domingo. Um dia depois do sábado, observado pelos judeus como dia de descanso e celebração.
Ainda bem no começo, os cristãos sentiram a necessidade de solenizar de maneira muito especial o acontecimento que mudou os rumos da história. Decidiram fazer, uma vez por ano, uma gran­de festa, com cuidadosa preparação, para celebrar intensamente a Páscoa de Jesus Cristo. A maior de todas as festas, a Festa das festas, o Domingo dos domingos.
Toda festa que se preze merece uma boa e prolongada prepa­ração. Não podia ser diferente a preparação da festa da Páscoa. São quarenta dias que, com o tempo, receberam o nome de Quaresma.
Quaresma como caminho para a festa, preparada no coração, através da oração, do jejum e da caridade. Quaresma como tempo de conversão e entrada na prática e na solidariedade de Jesus. Não é um tempo de luto ou tristeza, mas de intensa expectativa e inteli­gente concentração para viver gostosa e intensamente as alegrias da Ressurreição do Senhor.
O convite é renovado hoje a toda a comunidade dos batizados:
Convertei-vos! A festa da Páscoa se aproxima. O Reino de Deus está no meio de vós.

Em que consiste a preparação para a Páscoa?

Desde os tempos mais antigos a Quaresma foi considerada como um tempo de renovação espiritual, de revigoramento das promessas do Batismo e fortalecimento interior para o testemunho do evangelho. Isso através de três práticas muito significativas: a oração, a luta contra o mal e o jejum.
A oração como experiência de fé e gratuidade para pedir a Deus forças e convertermo-nos, para viver o evangelho e permanecer no bom caminho.
A luta contra o mal como espaço privilegiado de exercício para dominar as paixões, vencer o egoísmo e cultivar o bem.
O jejum como expressão do seguimento do Mestre que exige abandono de nós mesmos e doação aos irmãos. O jejum centra-se na partilha de bens: “Nós vos prescrevemos o jejum, lembrando-vos não só a abstinência, mas também as obras de misericórdia. Desse modo, o que tiverdes economizado nos gastos normais, se transforme em ali­mento para os pobres” (São Leão Magno).
Tudo isso para fazermos da Quaresma uma verdadeira participação no mistério pascal de Cristo. Sofremos com Cristo para participar de sua glória e sentir, na vida, a alegria de sua Ressurreição (cf. Rm 8,17).

Quaresma, memória do batismo

O grande liturgista Bergamini diz que “a Quaresma tem caráter essencialmente batismal, sobre o qual se baseia o caráter penitencial. Na verdade, a Igreja é comunidade pascal porque é batismal. Isso deve ser afirmado não só no sentido de que nela entramos mediante o Batismo, mas, sobre­tudo, no sentido de que a igreja é chamada a exprimir com vida de contí­nua conversão o sacramento que a gera. Daí também o caráter eclesial da Quaresma. Ela é o tempo da grande convocação de todo o povo de Deus, para que se deixe purificar e santificar pelo seu salvador e Senhor”.
Essa afirmação de Bergamini nos mostra a ligação da Quaresma com o Batismo. Neste tempo, intensificam-se a preparação dos catecúmenos com a catequese e as celebrações diárias ou semanais com um itinerário pedagógico e catequético, objetivando ajudar o catequizando a penetrar nos grandes eventos da história da salvação.
Para os batizados, o tempo da Quaresma é sempre uma nova opor­tunidade de recolocar a vida nos trilhos da Salvação e renovar a aliança batismal. Tempo de conversão, de aprofundamento da fé e um processo de crescimento na vida comunitária.

O que é a Quaresma na vida do cristão?

Irmã Penha Carpanedo e Pe. Marcelo Guimarães têm uma explica­ção primorosa. Escrevem: “Celebrar a Quaresma é festejar o refazer a aliança de Deus com a gente e que o nosso pecado e nossa negligência romperam. É renunciar aos nossos instintos egoístas e abrir-nos mais ao plano do Deus da vida. Celebrar a Quaresma é intensificar a oração, o jejum e a caridade, para vivermos mais consagrados ao Deus que nos reconciliou com ele. Celebrar a Quaresma é deixar-se conduzir ao deserto, para que o Senhor nos fale ao coração. É rever as linhas de con­duta, corrigir os erros de trajetória, aprofundar a unidade entre nós. É assumir e reconhecer o negativo, a morte, o sofrimento, para vencê-los e superá-los. Como o grão de trigo que morre para nascer. Como a mu­lher que está para dar à luz e sofre as dores do parto. Como a uva que se esmaga para fazer o vinho que alegra o nosso coração”.

Quaresma é:

- Tempo abençoado e privilegiado na vida da Igreja de conversão, purificação e glorificação do Senhor.
- Tempo de abrir o coração para a novidade do evangelho, tendo como centro a cruz de Cristo, sinal de salvação e reconciliação da humanidade.
- Tempo de renovação da aliança, de revitalização das promessas do Batismo e inserção consciente na comunidade.
- Tempo de envolver-se de corpo e alma na libertação das pessoas excluídas e oprimidas, vítimas de tanta corrupção, violência e descasos com a vida.
- Tempo de abandonar os ídolos e de renovar a nossa fidelidade ao Deus de Jesus Cristo por meio da escuta da Palavra e da oração.
- Tempo único e precioso de subir com Jesus ao monte Tabor, de viver na intimidade com Ele, de conhecer seus desígnios.
- Tempo de nos deixarmos acolher e tocar pela misericórdia do Senhor.
-Tempo de ressuscitarmos com Cristo e nos colocarmos a serviço de seu Reino.

Paulo, um grande animador


Saulo (At 7,58) significa «implorado» e «desejado», tendo como segundo nome PAULO (At 13,9). O Apóstolo gostava de usar seu se­gundo nome, Paulo. Paulo nasceu em Tarso (At 9,11). Desde criança, lia com fervor as Sagradas Escrituras. E mais tarde, ele dizia para seu discípulo Timóteo que a Escritura Sagrada, «pela fé em Jesus Cristo, pode dar-te a sa­bedoria que leva à salvação» (2 Tim 3,15). E diz mais: «Ora, tudo quanto outrora foi escri­to para nossa instrução, a fim de que, pela pa­ciência e consolação que dão as Escrituras, te­nhamos esperança» (Ram 15,4).

Paulo recomendava a leitura atenta da Bíblia que foi escrita «para advertência nos­sa» (1 Cor 10,11) - E dizia também que o Es­pírito Santo agia sobre o povo de Deus atra­vés da Bíblia (2 Tim 3,16-17). E foi Paulo quem deu à primeira parte da Bíblia o nome de Antigo Testamento (2 Cor 3,14). O Antigo se tornaria novo através da conversão ao Se­nhor (2 Cor 3, 16). E é com esse olhar novo que Paulo lia o Antigo Testamento. Olhar que nascia da conversão. E ele se preocupava em buscar o espírito que dava vida à letra da Bí­blia (2 Cor 3,6) .

São Paulo usou muito o sistema de cartas para se comunicar com as comunidades. Ele ia escrevendo de acordo com os problemas que iam surgindo. E seu método de escrever segue os costumes da época. Em geral suas car­tas eram escritas através de um secretário (Rom 16,22).

Ele só assinava: (2 Tes 3,17; Gál 6,11; 1 Cor 16,21-22; Col 4,18; Filêmon v. 19).

Antes de se converter, Paulo fabricava tendas (At 18,3). Ele aprendeu essa profissão com seu próprio pai. O pai de Paulo era ho­mem importante em seu tempo. Essa sua im­portância é que deu a Paulo a possibilidade de afirmar que ele era cidadão de Tarso (At 21, 39) e cidadão romano (At 16,37 e 22, 25). Muitos compravam esse direito de cidadania, mas Paulo o possuía por nascimento (At 22, 28).

Paulo nunca foi um homem mau. Quando ele nasceu não existia o cristianismo. Ele vi­veu a época do povo de Deus do Antigo Testa­mento. Antes de se converter ao cristianismo, Paulo era um homem profundamente religio­so. Era apaixonado pelo cumprimento da Lei (At 24,14-15; 22,3; 26,5). Era observante ri­goroso da lei (Fil 3,6). Zeloso das tradições (At 22,3 e Gál 1,14). Paulo se torna perse­guidor dos cristãos em defesa destas tradições (At 26,9; 22,4; Gál 1,13).

Paulo na Sociedade

Paulo era membro influente da sociedade de seu tempo.
Paulo, homem importante: Paulo foi alguém bem situado na vida. Ti­nha tudo para viver uma vida cômoda, uma vida privilegiada. Ele nasceu com a sorte. Ci­dadão de Tarso, cidadão romano e aluno de Gamaliel, o grande mestre da época. Ele se preparava para assumir os negócios de seu pai. Tinha diante de si uma grande esperança para o futuro. Poderia realizar uma carreira brilhan­te.

Paulo descobre algo mais importante do que um futuro brilhante. Descobre Jesus Cristo e tudo muda na vida dele. Não se interessa mais pelo que buscava e diz: “Por causa dele perdi tudo e tenho tudo como esterco para po­der ganhar a Cristo e ser achado nele” (Fil 3, 7-8).

Paulo diz que perdeu tudo e perdeu mesmo. Pra começar, ele perdeu sua posição dentro da sociedade. Em vez de ser um empregador, dono de uma fábrica, ele se tornou empregado. Ser empregado, naquele tempo, era quase co­mo se fosse escravo. Ganhava muito pouco. Era só o suficiente para não morrer de fome. Dependia da ajuda dos amigos (2 Cor 11,9; 2 Tes 3,8), vivia a sorte dos pobres, dos assa­lariados e dos escravos.

A conversão mudou tudo na vida de Pau­lo. Ele foi cortado da comunidade. Perde os amigos e clientes. Sua vida corre perigo (At 9,23). Na nova comunidade dos cristãos, Pau­lo foi enviado para missões (At 13, 2-3). Vi­veu como missionário ambulante por mais de quatorze anos. Não tinha morada certa, nem possibilidade de exercer sua profissão.

Paulo estava decidido a não ser pesado a ninguém. Nesta época havia mestres ambulantes que punham preço em seu trabalho. Alguns viviam da ajuda dos outros. A grande maioria se instalava em casas de famílias.

Paulo não aceitava para si esses recursos em uso no tempo em que ele exerceu seu mi­nistério apostólico. Embora ele reconhecesse o direito de remuneração no trabalho missioná­rio (1 Cor 9,14-15). Ele queria anunciar o E­vangelho de graça (1 Cor 9,17-18). Só aceitava ajuda dos Filipenses (Fil 4, 15). Não queria depender, nem ser pesado a ninguém (1 Tes 2,9; 2 Tes 3,7-9; 2 Cor 12, 13-14). Escolheu para si o caminho do trabalho com as próprias mãos (1 Cor 4, 12).

Procurar emprego era algo muito humi­lhante para um homem livre. «Porventura, cometi alguma falta, por vos ter pregado o Evan­gelho de Deus gratuitamente, humilhando-me para vos exaltar?» (2 Cor 11, 7). E ainda: «Mesmo sendo livre, fiz-me escravo de todos» (1 Cor 9,19).

A sociedade, no tempo de Paulo, tinha co­mo situação ideal não trabalhar com as pró­prias mãos. Por isso ele insiste: «Vocês sa­bem como devem imitar-nos: nós não ficamos sem fazer nada quando estivemos entre vocês, nem pedimos a ninguém o pão que comemos; pelo contrário, trabalhamos com fadiga e es­forço, noite e dia, para não sermos um peso para nenhum de vocês.

Não porque não tivés­semos direito a isso, mas porque nós queremos ser um exemplo para vocês imitarem» (2 Tes 3,7-10; 1 Tes 4, 11-12).
LEITURA: Fil 3, 4-11.

PERGUNTA: O que a conversão marcou em sua vida? Por quê?

Programação da Festa de Nossa Senhora Aparecida - 12 de outubro


DIA 03 - Abertura com Pe. Paulo R. C. Fernandes - Coleta para o Lar dos Velhinhos. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a amar o Deus da Vida!”

DIA 04 - Missa presidida pelo Pe. Anderson José de Paula - Coleta para a Toca de Assis - Ilha. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a amar o próximo, nosso irmão!”

DIA 05 - Missa dominical com as crianças/catequistas e seus familiares, às 9h
- 19h30 Missa dominical presidida por Dom Emanuel Messias de Oliveira - Coleta para a Pastoral da consciência Negra. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a amar e respeitar o nome do Senhor!”

DIA 06 - Missa presidida pelo Pe. Marcos. (Paróquia São Sebastião de Capitão Andrade) - Coleta para Cidade dos Meninos. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a amar a vida de seu princípio a seu declínio!”

DIA 07 - Missa presidida pelo Pe. Luis Carlos (Paróquia do Divino Espírito Santo - Divino das Laranjeiras) - Coleta para a Casa da Menina. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a promover a cultura da vida!”

DIA 08 - Missa presidida pelo Pe. Flávio (Paróquia de Santo Antônio de Sardoá). - Coleta para a Associação Santa Luzia. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a viver a fidelidade ao amor”!

DIA 09 - Coleta para a Casa de Recuperação Dona Zulmira. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a praticar o direito e a justiça!”

DIA 10 - Missa presidida pelo Pe. Gilberto Faustino (Paróquia Senhor Bom Jesus de Alpercata) - Coleta para a Pastoral da Sobriedade. “Mãe Aparecida, ajudai-nos a viver e proclamar a verdade!”

DIA 11 - Missa presidida pelo Pe. Ranieri dos Anjos (Paróquia Santa Rosa de Lima - G.V.) - Coleta para o GAPON. “Mãe Aparecida, queremos ser uma Igreja servidora!”

* DIA 12 *

Festa de Nossa Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil.

- 06h00 a Igreja será aberta para visitação e recitação dos Mistérios Gloriosos do Rosário.

- 09h00 missa com as crianças e adolescentes/ catequistas e seus familiares - ao final da Missa, Bênção especial para as crianças.

- 10h30 Concentração para a carreata com a Imagem de Nossa Senhora Aparecida - Bênção dos carros, das motos, dos seus condutores e passageiros. (Responsabilidade dos Vicentinos)

- 12h00 Oração do Angelus

- 13h30 Cenáculo com Maria iniciando com a Recitação e meditação dos mistérios do Rosário (Responsáveis coord. Diocesana da RCC)

- 15h00 Consagração à Nossa Senhora Aparecida

- 16h00 Missa de Encerramento do Cenáculo com Maria presidida pelo Pe. Anderson.
17h30 Procissão com imagem de Nossa Senhora Aparecida - Av. Mucuri, Av. Jequitinhonha, retornando pela Rua Vinte.

- 18h30 missa solene presidida pelo Pároco Pe. Paulo R. C. Fernandes, encerrando com a Coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Você sabia?


O Cristão Procura Saber


Setembro, mês da Bíblia

O mês de setembro é assim chamado porque nele se faz a memória de São Jerônimo, no dia 30. Jerônimo foi um dos quatro maiores doutores da Igreja. Dedicou grande amor à Sagrada Escritura, traduzindo a Bíblia do hebraico e do grego para o latim, tradução essa que foi adotada oficialmente pela igreja e à qual se chamou “Vulgata
O Dia da Bíblia é comemorado no último domingo de setembro.

As cartas autênticas de Paulo e equipe
Os estudiosos estão de acordo em afirmar que são sete as cartas autênticas de Paulo e sua equipe:
- Tessalonicenses escrita em Corinto, no ano 51, por Paulo,Timóteo e Silvano (1Ts 1, 1).
- Coríntios: escrita em Éfeso, entre 54 e 56, por Paulo e Sóstenes, Aquila e Priscila (1 Cor 1,1; 16,19).
- Gálatas: escrita em Éfeso, entre 54 e 56, por Paulo e os irmãos (Gl 1,2).
- Filipenses: escrita em Éfeso, entre 54 e 56, por Paulo e Timóteo (Fl 1,1).
- Filemon e comunidade: escrita em Éfeso, entre 54 e 56, por Paulo e Timóteo (Fm 1).
- 2 Coríntios: escrita em Éfeso e Macedônia, entre 55 e 56, por Paulo e Timóteo (2Cor 1,1).
- Romanos: escrita em Corinto, no ano 56, por Paulo e equipe (Rm 16,21-23).

O processo evangelizador de Paulo

Grande missionário Paulo estabeleceu um processo de evangelização:
- Fundava pequenas comunidades em grandes centros urbanos;
- Dava uma catequese básica e preparava lideranças que mantinham a vida das Comunidades e difundiam a boa nova;
- Visitava as comunidades pessoalmente e por meio de colaboradores ou enviava cartas.

A Palavra ilumina a vida

“Disse Jesus: “Ouvistes o que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Pois eu vos digo não resistais ao malvado. Pelo contrário, se alguém te da uma bofetada na face direita, oferece-lhe a esquerda. Ao que pleitear con¬tigo para tirar-te a túnica, deixa-lhe também o manto. Se alguém te forçar a caminhar mil passos, caminha com ele dois mil. Da a quem te pede e não rejeites quem te pede emprestado” (Mt 5,38-42).
A lei do Talião (cf. Ex 21,24; Lv 24,20; Dt 19,21) foi criada para tentar pôr um freio e um fim a violência. Só que, historicamente, violência gera violência, ódio gera ódio; discórdia gera discórdia...
Jesus propõe aos seus seguidores nova maneira de enfrentar os problemas e desa¬fios da vida. “Toma lá, dá cá” não funciona Cristo propõe vencer o mal com o bem, com atitudes e posturas novas, criativas. A força de suas palavras (dar a outra face, o manto, caminhar a mais...) mostra justamente a importância de não entrar no círculo, vicioso de morte. Sua proposta é uma atitude radicalmente nova perante a realidade do mal. É buscar caminhos novos de vida, para superar a maldade e a morte.
Celebração de abertura da Assembléia Diocesana (29 de junho)

Atentos ao apelo do nosso bispo Dom Werner, fizemos na Celebração Eucarística, por ocasião da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, a abertura da nossa Assembléia diocesana.



ASSEMBLÉIA PAROQUIAL
Por motivos especiais, já nos dias 21 e 22 de junho p.p. estivemos reunidos com quase 100 representantes das pastorais e movimentos da nossa paróquia para a realização da nossa Assembléia Paroquial.


O casal Mika e Elcio, coordenou os trabalhos e fez o convite ao pe. Paulo para que fizesse a abertura da nossa assembléia, o que foi feito com a oração e o canto do Espírito Santo. Em seguida o pe Paulo apresentou a MÍSTICA DA ASSEMBLÉIA (...). A proposta de assembléia é nos reunir pela fé, à luz da Palavra de Deus, avaliar nossa caminhada como Igreja de Jesus, propor caminhos que nos levem à acolhida do outro, formar comunidades missionárias que acolham a diversidade ministerial e traçar as metas que sejam eficazes na construção de uma sociedade justa e solidária, onde não haja exclusão, violência e miséria. Sob a orientação das diretrizes de Ação Pastoral da ao que a assembléia respondeu cantando: Juntos como irmãos, membros da Igreja, vamos caminhando, ... ao encontro do Senhor. 1 - A Igreja está em marcha, a um mundo novo vamos nós, onde reinará a paz, onde reinará o amor. 2 - Somos povo que caminha num deserto como outrora, lado a lado sempre unidos para a terra prometida... O próximo passo se deu com a iluminação bíblica, quando ouvimos o Evangelho de Emaús (Lc 24, 13-35) e Pe. Paulo fez a explanação do mesmo, a partir do texto do Pe. Nelito sobre o Paradigma da pedagogia de Jesus para sermos discípulos/(as), missionários (as) de Jesus Cristo. O Evento de Emaús – Lucas 24,13-35 que diz; Emaús apresenta cinco princípios pedagógicos que devem estar presentes em toda ação evangelizadora da Igreja. Á luz da conferência de Aparecida, esta metodologia deve ser recuperada e aplicada em nossa prática missionária.

1 - APROXIMAR-SE - Pedagoria da proximidade/aproximação.
2 - PERGUNTAR - Pedagora da pergunta
3 - RESSIGNIFICAR - Pedagogia da ressignificação/conversão.
4 - RECONHECER - Pedagogia do reconhecimento.
5- ANUNCIAR - Pedagogia do anúncio.

Logo em seguida o pe. Paulo declarou aberta oficialmente a Assembléia Paroquial. Fez-se a divisão dos grupos que se colocaram em estudo. Todo o trabalho aconteceu tendo como material didático o livreto ASSEMBLÉIA DIOCESANA - I MOMENTO.
A nossa Assembléia encerrou-se no domingo às 12:30, após o plenário e a apresentação das pistas de ação a serem formuladas pela equipe organizadora para serem levadas à Assembléia Setorial (Setor IV) que vai acontecer no dia 16 de agosto, aqui na Ilha.
A equipe foi composta por Diana, Rita, Carla, Sandra, Aloísio (esses participaram do encontro com o Pe. Nelito onde foram repassadas as orientações primárias para a realização dos trabalhos). Ainda, Lúcia, Mika, Célia Lima e pe. Paulo.
O fechamento da assembléia se deu com o canto CONVOCADOS PELO ESPÍRITO (L: Mário Celli /M. Luíza Ricciardi - Nº 494 do livro de canto da diocese, Louvai ao Senhor) que resume todo apelo da assembléia.
A todos que atenderam ao convite e participaram da assembléia, agradecemos de coração, como aos que trabalharam na organização e realização da mesma. Que Deus abençoe a todos.


Programação da Semana Santa

Dia 16 - Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor - missas às 9h (com crianças) e às 19h30 (Pedimos a todos que tragam ramos para a bênção).

Celebramos neste domingo, fazendo memória da entrada de Jesus em Jerusalém e sendo aclamado pelas multidões, que em festa e empunhando ramos nas mãos aclamavam: “Hosana, Hosana ao Filho de Davi, bendito o que vem, Rei de Israel.

Qual o sentido de nós repetirmos este gesto?

Como cristãos batizados e crismados, temos o direito e o dever de anunciar e testemunhar Jesus Cristo morto e ressuscitado todos os dias de nossas vidas. O ramo em nossa mão é sinal da Vitória de Cristo e também da nossa vitória com ele.

Dia 17 - Segunda-feira - Manhã de retiro, espiritualidade e confissão para o clero. / às 19h 30 Missa do Crisma na catedral esta missa normalmente se celebra na quinta-feira santa, pela manhã.

Na nossa diocese ela vem sendo celebrada há anos na segunda feira, possibilitando a participação dos padres que moram no interior.

Qual o sentido desta missa?
É também chamada a missa da unidade, porque o Bispo reúne em torno de si todos os sacerdotes e nesta ocasião eles fazem a renovação das promessas sacerdotais. Nesta missa também o bispo abençoa os Santos Óleos que serão usados nos Sacramentos do batismo, Crisma, Ordem e Unção dos Enfermos.

Dia 18 - Terça-feira, às 19h 30 via Sacra (resp. Grupo de oração)

A Via Sacra, como o próprio nome já diz, nos convida a refazer o caminho da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Identificando o Mistério Pascal de Cristo com a nossa vida.


Atendimento de confissões na terça-feira, das 15h, às 18h e das 19h 30 às 22h.

ATENÇÃO
:

Este horário é reservado para confissões sacramentais e não para direção espiritual. Uma confissão que foi bem preparada anteriormente ela não toma mais do que cinco minutos. Para fazer uma direção espiritual marque um outro horário fora da semana santa.

Dia 19 - Quarta-feira - Celebração Penitencial (confissão comunitária) às 19h 30 às 20h30 / Celebração Penitencial (confissão comunitária para jovens e adolescentes das 21h 30 às 22h.


Início do Tríduo Pascal
Dia 20 - Quirta-feira santa - às 19h 30, missa Vespertina da Ceia do Senhor, com a cerimônia do lava-pés e transladação do Santíssimo Sacramento.

(Perde todo o sentido participar de um dia e não participar dos outros, pois é uma celebração só, que começa hoje e que só termina com Vigília do sábado).

Qual o sentido desta celebração?
Aqui começa a celebração da Páscoa, pois sabendo que iria morrer, Jesus celebrou a última Ceia com os seus apóstolos e nela ele institui os sacramentos do Sacerdócio cristão e da Eucaristia. (simbolizados, um na bênção e partilha do pão e do vinho e o outro no lava-pés). Um não existe sem o outro e os dois juntos se tornam a vivência do mandamento novo que o mestre deixou: O Amor.
Terminada a Missa o Santíssimo será levado para uma capela especial e os fiéis são convidados a entrar em Vigília de adoração com Ele, atendendo ao seu pedido:
Não podem vocês vigiar uma hora comigo?

Horário para a Vigília de Adoração
- De 21 às 22h - Apostolado da Oração e Pastoral do Dízimo - De 22 às 23h - Vicentinos - De 23 às 0h - Juventude em geral e Grupo de oração Jesus e Maria

Sexta-feira - De 7 às 8h - Clube de Mães e Grupo de reflexão - De 8 às 9h - Pastoral Familiar e pastoral do Batismo - Movimento Fé e Luz - De 9 às 10h - Catequista e catequizandos do Pré-catecumento e do catecumento eucarístico - De 10 às 11h - Catequistas e catequizandos do Pré Catecumento e do Catecumento Eucarístico - De 11 às 12h - E.A.C e jovens do Catecumenato Crismal

Dia 21
- Sexta-feira santa - a parti das 6h a capela do santíssimo estará aberta para visita e adoração pessoal e silenciosa até às 14h 30.
às 15h, Solene ação Litúrgica da Morte do Senhor - Com o beijo da cruz - dia de jejum e abstinência de carne e de vícios.
Lembre-se do que diz o salmista: “Meu sacrifício é minha alma penitente, um coração arrependido, ó meu Deus não desprezais.” (este é o momento mais importante do dia, esta celebração substitui a Missa, pois este é o único dia do ano em que não se celebra missa em lugar nenhum do mundo)

Dia 22 - Sábado santo - dia de silêncio a oração. A capela do Santíssimo estará aberta a partir das 6h para visita, oração pessoal e silenciosa até às 18h.

Ainda não é Sábado de Aleluia e de farra. É sábado da expectativa do silêncio da Igreja que aguarda pela Ressurreição do Senhor. O ALELUIA PASCAL será proclamado somente à noite na celebração da Vigília Pascal.

às 19h 30 - Solene Vigília Pascal - Participação especial do Coral Nossa Senhora Aparecida - É a celebração mais especial da Igreja, onde cantamos:

"Ó NOITE DE ALEGRIA VERDADEIRA, QUE UNE DE NOVO O CÉU À TERRA INTEIRA."

Entenda que esta celebração é muito mais do que uma missa; é a noite da nossa Páscoa Cristã, onde acontece também a celebração da Santa Missa – Se possível, venha de roupa branca ou clara festiva, recordando a nossa veste batismal). Após a Vigília, Confraternização de Páscoa no pátio interno (música ao vivo) , Somente com os que participaram da celebração



I Momento: Celebração da Luz
Obs: Trazer Vela Com Proteção (Poderão ser compradas no local da Celebração.

A comunidade vai se reunir na área atrás da igreja, onde vamos iniciar a liturgia com a acolhida, preparação do círio pascal e a bênção do fogo.
Em seguida, faremos a caminhada da luz com Círio Pascal (símbolo do Cristo luz do mundo) para a igreja, . aclamando: Eis a luz de Cristo: Demos graças a Deus!
Chegando à igreja entoaremos solenemente a proclamação da Páscoa – leia no livro de canto louvai ao Senhor no nº 433 (é um canto solene que proclama esta noite como a noite mais feliz entre todas as outras, porque o Cristo vence as trevas da morte e ressuscita. Neste canto se convida os anjos e santos e todo o universo com os homens e mulheres de boa vontade para louvar, bendizer e agradecer a Deus por tamanha bondade e poder de ressuscitar Jesus Cristo, garantindo-nos assim, a salvação e a libertação do julgo do demônio.)


II Momento: Liturgia da Palavra
A liturgia da palavra nesta noite é especial, começa-se com a proclamação da palavra de Deus, desde a criação, passando pelos momentos mais importantes da história da salvação. São ao todo sete leitura do Primeiro Testamento, uma Epístola (carta) do Segundo Testamento acompanhados de um salmo responsorial, e um trecho do evangelho. Penso que para a nossa espiritualidade, vale a pena tomar a sua bíblia e já lê-los antecipadamente em casa, para ouví-los com o coração bem aberto e feliz.

Seguem as citações:

I LEITURA - (Gênesis, 1,1.26-31) - (Forma breve) - Acompanha-se o Salmo 104/103
II LEITURA - (Gênesis, 22,1-2.9-13.15-18 ) - (Forma breve) - Acompanha-se o Salmo 16/15
III LEITUA - (Êxodo 14,15-15,1) - Acompanha-se o cântico do Ex 15.
IV LEITURA - (Isaías 54,5-14) - Acompanha-se o Salmo 30/29
V LEITURA - (Isaías 55,1-11) - Acompanha-se o cantico de Is 12
VI LEITURA - (Baruc 3,9-15.32-4,4) - Acompanha-se o Salmo 19/18B
VII LEITURA - (Ezequiel 36,16-28) - Acompanha-se o Salmo 42/41
VIII LEITURAS - ( Carta de Paulo aos Romanos 6,3-11) - Acompanha-se o Salmo 118/117
EVANGELHO - (Mt 28,1-10)

III Momento: Liturgia Batismal
(Quando há batismo realiza-os neste momento, quando não há faz-se a BÊNÇÃO DA ÁGUA E A RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS BATISMAIS da comunidade presente e a aspersão com a água).

IV Momento: Liturgia Eucarística

Segue normalmente como na missa.

Dia 22 - Domingo de Pascoa - Missa às 9h com as crianças - Missa às 19h 30 com a comunidade e a Participação do Coral nossa Senhora Aparecida.

“VIVAMOS A ALEGRIA DA RESSURREIÇÃO, NA CERTEZA DE QUE O SENHOR VIVE E ESTÁ CONOSCO”! FELIZ E SANTA PÁSCOA!